AP Sensing

DTS (Sensor de temperatura distribuído)

 

Essa tecnologia torna o uso de cabos de sensor de fibra ótica, normalmente ao longo de vários quilômetros de comprimento, que funcionam como sensores lineares de temperatura. O resultado é um perfil de temperatura contínuo ao longo de toda a extensão do cabo do sensor.

O DTS utiliza o efeito Raman para medir a temperatura. Um pulso de laser óptico enviado através da fibra resulta em luz esparsa refletindo para a extremidade transmissora, onde é analisada. A intensidade da dispersão Raman é uma medida da temperatura ao longo da fibra. O sinal Raman anti-Stokes altera sua amplitude significativamente com a mudança de temperatura, o sinal Raman Stokes é relativamente estável.




A posição de leitura da temperatura é determinada ao medir o tempo de chegada do pulso de luz de retorno semelhante ao eco de um radar. Esse método é chamado OTDR (Reflectometria óptica no domínio do tempo).

A Tecnologia DTS também é conhecida como OTDR Raman ou OFDR (Reflectometria óptica no domínio da frequência) Raman. O efeito Raman recebe o nome do físico indiano Sir Chandrasekhara Venkata Raman (1888 – 1970), que descobriu que, quando a luz atravessa um material transparente, parte da luz defletida muda em comprimento de onda. Esse trabalho revolucionários no campo da dispersão da luz, lhe valeu o Prêmio Nobel de Física.

Outras tecnologias DTS também usam a retrodifusão de Brillouin (B-OTDR ou B-OTDA), que transporta informações sobre desgaste e temperatura. Esses sistemas também são chamados de DTSS (Sensor distribuído de temperatura e desgaste). O desafio em relação a esses sistemas é isolar a fibra da desgaste para obter a informação precisa sobre a temperatura.

A AP Sensing usa a tecnologia OTDR Raman com algumas técnicas exclusivas como a tecnologia de correlação de código e um design de receptor único para Stokes e anti-Stokes. Essa abordagem resulta em confiabilidade do sistema, medições precisas e alto desempenho excepcionais, pelos quais a AP Sensing é conhecida.